A pandemia vai passar, mas o amor de mãe é para sempre

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A pandemia vai passar, mas o amor de mãe é para sempre

A pandemia vai passar, mas o amor de mãe é para sempre

Hoje é dias das mães e esta sendo bem diferente para mim e para muitas mães, devido ao isolamento social provocado pelo novo coronavírus.

Este dia das mães, infelizmente não poderei estar com a minha mãe e com os meus filhos, pois estamos respeitando o distanciamento social. Será a primeira vez que não estaremos juntos. Será um dia difícil, muito diferente.

Eu, como profissional da saúde, entendo a pandemia, fico angustiada, mas prefiro me resguardar neste momento, evitando assim sofrimentos posteriores. Desde que começou a pandemia, decidi me isolar da minha família porque atualmente estou na linha de frente de combate à covid-19. Não será das melhores experiências, estar longe da minha mãe e dos meus filhos.

Mas é fundamental perceber que o afastamento social não é o mesmo que isolamento emocional. Sentimentos como o respeito, a admiração, o carinho e o amor incondicional parecem potencializados quando não se está por perto – se tornam ainda mais importantes, urgentes. Quando o beijo e o abraço apertado não podem fazer parte do presente, reinventamos outras formas para estarmos juntos, ainda que separados.

Este dia das Mães ganha ainda mais força ao ressignificar o momento atual, que nos mostra o valor das verdadeiras coisas que dão sentido à vida, como as relações de afeto entre as pessoas. Todo esse cuidado com a familia representa um ato de amor muito grande e reforça que não há distância que nos impeça de estarmos próximos de quem amamos. A pandemia vai passar, mas o amor de mãe é para sempre

Yula Merola, mãe da Bruna e do Luiz Fernando e filha da Tãnia.

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