Dia internacional da Não-Violência Contra a Mulher: Temos o que comemorar em Poços de Caldas?

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Dia internacional da Não-Violência Contra a Mulher: Temos o que comemorar em Poços de Caldas?

Dia internacional da Não-Violência Contra a Mulher: Temos o que comemorar em Poços de Caldas?

Hoje é Dia Internacional da Não-Violência Contra a Mulher, uma homenagem às “Mariposas, uma reflexão sobre a situação de violência contra as mulheres em todo o mundo. Aqui no Brasil os números são alarmantes, 43% das mulheres em situação de violência sofrem agressões diariamente; para 35%, a agressão é semanal. Em média, a cada 11 minutos uma mulher é estuprada em nosso país.

E aqui em Poços de Caldas? O Instituto Federal do Sul de Minas (IF) publicou pesquisa sobre os dados da violência doméstica contra mulheres, entre 2017 e 2018. E não temos o que comemorar, tivemos aumento de casos de violência de 2017 (1464 registro) para 2018 (1520 registro). Apesar do aumento houve uma diminuição dos registros. Isto é um problema no contexto da violência, sobretudo agora no período da pandemia, já que vítima está convivendo direto com o agressor. E sempre nos falaram que a casa sempre foi um ambiente seguro e a rua seria o ambiente inseguro. Mas, na verdade isso não é o que se mostra. O ambiente doméstico se mostra um ambiente ameaçador para algumas mulheres.

É consenso que a educação e a revisão das políticas públicas de segurança e saúde são pontos fundamentais para a mudança de comportamento e adoção de medidas para a redução de casos de violência. Uma cultura machista e uma sociedade intolerante contribuem para os altos índices de casos e vítimas.  É sabido que a violência contra mulher é um crime invisível, por isto necessário que o tema seja trabalhado dentro de casa, em escolas, em igrejas, empresas e universidades.

            É preciso humanizar as delegacias da mulher para atender melhor às vítimas e ampliar parcerias para a criação de políticas públicas e criação de medidas preventivas, bem como a criação do Centro Integrado da Mulher

O enfrentamento da violência é de responsabilidade de todos nós e de uma forma ou outra, comprometidos nesse atuar.

Yula Merola – Farmacêutica-Bioquímica e Doutora em Ciências. Empreendedora Cívica da RAPS, Lider do Movimento Acredito, RenovaBR, membro da Associação Poços Sustentável-APS, Movimento Lixo e Cidadania.

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